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Claude Opus 5: como a IA da Anthropic invadiu a OpenAI

PorAlex Silva2 min de leitura0 comentários
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Foto: ZenteckPesquisadores usaram o Claude Opus 5 da Anthropic para invadir sistemas da OpenAI e acessar dados internos de código.

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Pesquisadores da startup Hacktron AI usaram o modelo Claude, da Anthropic, para invadir os sistemas da OpenAI. Segundo o Ars Technica e o TechCrunch, a operação fez parte de um programa de bug bounty de 6.500 dólares e expôs falhas críticas na infraestrutura da criadora do ChatGPT.

Como a falha foi explorada pelo Claude?

O ataque começou com o envio de uma imagem no formato HEIF para o fórum da comunidade da OpenAI, hospedado no Discourse. O TechCrunch detalha que o arquivo passou pela ferramenta ImageMagick e pela biblioteca libheif, onde havia um erro de memória antigo que nunca recebeu um número CVE oficial, mantendo o software vulnerável sem que os administradores notassem.

Qual foi o papel do Claude Opus 5 no ataque?

Segundo os relatos publicados nas fontes, a versão anterior (Opus 4.8) falhou em criar uma exploração funcional ao longo de várias sessões. No entanto, horas após o lançamento do Opus 5 pela Anthropic, os pesquisadores alimentaram o sistema com o mesmo problema e obtiveram sucesso imediato na criação do exploit.

Quais dados foram acessados na invasão?

De acordo com o Ars Technica, a falha permitiu que o grupo capturasse credenciais de login interno e assumisse o controle da conta do ChatGPT de um funcionário da OpenAI. Como essa conta estava conectada à organização da empresa no GitHub, os pesquisadores tiveram acesso a dados confidenciais de software antes de reportarem o problema para correção.

Fontes

  1. Researchers used Claude to hack OpenAI — arstechnica.com
  2. Researchers used Anthropic’s Claude to hack into OpenAI — techcrunch.com

Perguntas frequentes

Qual modelo de IA foi usado na invasão da OpenAI?
Os pesquisadores utilizaram o Claude Opus 5, versão voltada para cibersegurança lançada pela Anthropic.
Quanto a OpenAI pagou pela descoberta da falha?
A empresa pagou 6.500 dólares à equipe da Hacktron AI através de seu programa de recompensas por bugs.
Qual foi a brecha inicial explorada no sistema?
O ataque explorou uma falha não catalogada (sem CVE) na biblioteca libheif durante o processamento de imagens enviadas ao fórum da empresa.

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